Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens

5 motivos pra aprender inglês

20/10/2017

Quem acompanha o Claramente Insana já deve ter percebido que vira e mexe eu coloco algo em inglês por aqui. Seja em imagem de filme, música ou alguma expressão no meio do post, sempre acaba aparecendo algo na língua do tio Sam.
Isso acontece porque pra mim é natural agir desse modo. Sou quase fluente (meu nível é médio/avançado) e chega a ser meio estranho pensar em como as pessoas que não sabem inglês vivem. Sim, esse pensamento é bizarro, já que a grande maioria não tem um conhecimento mais aprofundado nesse idioma. Só que isso está errado, viu? E hoje vim trazer 5 motivos pra você aprender inglês. C’mon!

1- Assistir filmes/séries estrangeiras nunca mais vai ser a mesma coisa

Que atire a primeira pedra quem nunca ouviu uma reclamação de dublagem. Não querendo desmerecer o trabalho dos dubladores nem nada (sei que eles fazem o que podem e que não é um trabalho fácil e muito menos bem remunerado), mas olha... muita coisa acaba perdida na tradução. Fora que às vezes a gente acaba querendo assistir algo que acabou de ser lançado e ainda não tem dublagem, aí tem que esperar séculos pra poder ver.

2. Ouvir músicas também vai ser diferente
É simplesmente maravilhoso aprender a letra só de ouvir.

3. Muitas palavras e expressões utilizadas no cotidiano são da língua inglesa
Entender seu significado faz com que tudo faça mais sentido.

4. Muitos jargões de trabalho são em inglês...
e saber o que eles querem dizer faz com que você cre$ça profissionalmente.

5. Aprender algo novo é muito gratificante

Cada nova conquista vale a pena!



Me encontre nas redes sociais: Facebook | Instagram
Beijos,

            Duane.
logoblog

Fotógrafas que amo seguir no Instagram

16/10/2017

Ultimamente eu venho filtrando bastante o conteúdo que consumo na internet. Acredito que se não agrega, não deveria ter espaço na minha vida. Por esse motivo, passei a seguir só pessoas que adoro nas redes sociais que acompanho. Como gosto de compartilhar amor nesse blog, achei que seria legal indicar algumas fotógrafas que fazem um trabalho maravilhoso e embelezam meu feed. Lembrando que a lista não está em ordem de preferência, viu?

A Tati é arquiteta e fotógrafa, duas profissões que admiro muito. O feed dela tem um jeito todo especial de ser, é impossível não ver uma foto e pensar “é da Tati!”. Não preciso nem olhar o @ e já sei que é dela. Vou tentar explicar: ela captura momentos cotidianos e pessoas de uma forma especial, artística. Quase nada é montado, posado. É tudo muito natural – e isso é incrível.

Achei a Alexandria aleatoriamente por meio de uma hashtag. Logo de cara me apaixonei, porque, assim como a Tati, ela gosta de fotografar a vida real. Seu trabalho é bem voltado para a fotografia de paisagens e famílias. É de sentir um quentinho no coração, sério!

Sim, a Marcelle, do Pitacos da Mana, também ataca de fotógrafa. E sabe o que ela mais mostra no seu perfil? Pessoas! São fotos muito verdadeiras, o amor transcende aquelas imagens, fazendo a gente acreditar no poder desse sentimento. 

Bom, esses foram os instas que eu realmente precisava indicar por aqui. Caso você tenha gostado, comente, quem sabe eu não faço mais uma rodada de indicações? ;) Ah! Conta aí, qual perfil você mais ama ver no seu feed?
Aproveitando pra fazer um jabá: se você ainda não me segue lá no insta, corre! É de graça e vez ou outra posto umas fotíneas bem bacanas - @claramenteinsana <3
Me encontre nas redes sociais: Facebook | Instagram

Beijos,

            Duane.
logoblog

Como fazer um bullet journal (fácil!)

13/10/2017


Eu sou do tipo de pessoa que se não se organiza, se perde. E quando eu me perco, fico sem saber o que fazer. Por esse motivo, sempre procuro anotar o que preciso fazer em alguma agenda. Acontece que com esse ritmo louco de vida adulta, é super fácil se perder. É lista de tudo quanto é coisa, fora o controle de gastos e outras cositas más. A agenda comum não estava mais adiantando. Me perdia do mesmo jeito, procrastinava horrores e sentia aquela horrível sensação de não ter tempo pra nada. Como sou brasileira e não desisto nunca, corri pro tio Google e acabei descobrindo que o Bullet Journal poderia resolver meu problema.
Bullet Journal é um caderno em que você coloca TUDO. Sério, tudo mesmo, desde controle da poupança até tracker de episódios de séries. E, diferente daquelas agendas compradas em papelaria, ele fica do seu jeito, só com o que você precisa. Mara, né? Mas como fazer um Bullet Journal?

1. Escolha um caderno


Pode ser qualquer um, até mesmo usado. Eu comprei um bem simples da Tilibra, esse aqui. O ideal é que ele seja de um tamanho que você possa levar na bolsa/mochila, ou seja, bem fácil de carregar por aí.

2. Enumere as páginas

Créditos da foto
Essa etapa é extremamente importante por motivos de: é pela numeração das páginas que você não vai desperdiçar nenhum pedacinho de papel e sempre encontrar o que precisa.

3. Deixe as primeiras 3 páginas reservadas para o sumário

Créditos da foto
É lá que você vai colocar o que está em tal página. Assim dá pra localizar o que quer rapidinho. O segredo é deixar umas páginas em branco, porque o sumário vai aumentar com o tempo.

4. Faça uma legenda

Créditos na foto
Por meio da legenda vai ficar tranquilo de saber qual tarefa é mais urgente, qual está pela metade, qual está finalizada... E, como já disse antes, isso vai de você.

5. Busque inspiração
O Pinterest está cheio de exemplos de Bullet Journal. Outro lugar bem legal pra ter uma ideia do que fazer é o Youtube. Um vídeo que me esclareceu muito foi esse aqui:


6. Faça
Agora é a hora mais legal, a hora de começar o Bullet Journal em si. Recomendo tirar um tempinho pra pensar o que vai te ajudar de verdade e daí abrir espaço para essas listas no BuJo. Caso precise de uma luz, achei essas listas interessantíssimas:

7. Fique tranquila

Créditos na foto - Taí um bullet mais vida real
Caso você seja que nem eu, péssima em desenho e lettering, pode ser um pouco frustrante começar o BuJo e perceber que ele não está ficando do jeitinho Pinterest de ser. Calma! Com o tempo ele vai ficar a sua cara. O Bullet tem que ser algo fácil de fazer. A partir do momento em que você se estressa querendo que ele seja igual o de outra pessoa, já deu errado. Faça do seu jeito, mesmo que sua letra não seja perfeita e aqueles headers não fiquem Tumblr. O que vale é se organizar e clarear a mente.

8. Divirta-se!
Mesmo tendo zero habilidade manual, amo mexer no meu Bullet Journal. Ele é bem da vida real, sem essas firulas do Pinterest, mas vem me ajudando pra caramba.
Se você quer um post específico sobre como é meu BuJo, conta aí nos comentários que vou ter o maior prazer de fotografar meus garranchos e rabiscos.
Me encontre nas redes sociais: Facebook | Instagram

Beijos,

            Duane.
logoblog

Como viver o presente

11/08/2017

Créditos da imagem: Ateliê Ame
Você já se perguntou se vive no presente? Esses dias, após assistir um vídeo do Castanhari, fiquei bem reflexiva em relação a isso.
Sempre fui do tipo de pessoa que sonha acordada, geralmente com o passado/futuro ou coisas que muito provavelmente só irão acontecer na minha cabeça mesmo. O lance é que preferir esse mundo interno é uma forma de fugir da realidade, porque ela nem sempre é o que a gente esperava (aliás, a Leslie falou disso num post super legal que eu sugiro que você leia depois de terminar esse).
Viver na nostalgia é uma coisa muito comum pra diversas pessoas, de variadas idades. Quando temos essa atitude, a tendência é ficar remoendo erros e cobrando demais de nós mesmos. 
No fundo a gente sabe que o passado não volta, mas é tentador ficar repassando a mesma situação na cabeça diversas vezes, tentando encontrar a maneira certa de lidar com determinada pessoa/situação (o que não faz sentido, porque já passou, mas na hora não percebemos isso).
E depois que você passa um tempão sofrendo no passado, seu cérebro faz uma coisa muito curiosa: ele floreia as suas lembranças pra parar com a ruminação negativa de fatos antigos. É nesse momento que tudo começa a parecer mais lindo antigamente. Com certeza você já conheceu alguém que pensa assim. Tudo pra ela era melhor antes. Eu mesma já agi dessa forma e posso afirmar que não vale a pena.
Essas duas coisas (repassar na mente situações do passado e florear memórias) fazem com que nós deixemos de utilizar a função mais útil do passado: o aprendizado.
Quando você remói memórias, não há como aprender nada, porque a culpa acaba sendo muito maior do que a reflexão. Algo semelhante ocorre quando idealizamos o que já passou, já que é muito mais fácil pensar naquilo como algo bonito e perfeito do que analisar friamente determinadas situações. Isso acaba freando o nosso crescimento e afetando o futuro. O que me leva ao próximo tópico.
 “O que vou fazer amanhã?”
“Será que vou conseguir aquele emprego?”
“E se o crush não estiver a fim de mim?”
Quem nunca se pegou pensando no que poderia ser (ou não) que atire a primeira pedra. 
É comum ficar divagando em realidades alternativas que ainda nem aconteceram (o que também não faz muito sentido, porque não há como ter certeza do amanhã).
O que o passado e o futuro têm em comum? Isso mesmo, a fuga do presente. Estamos esquecendo de aproveitar o que realmente existe e importa: o agora. A única coisa que podemos fazer é pegar o aprendizado de ontem, aplicar hoje e consequentemente construir um amanhã bacana. Faz sentido, não é mesmo?
É aí que entram aquelas famosas “filosofias de botequim”: seize the day (aproveite o dia), YOLO (you only live once – você só vive uma vez), entre outras tantas que, assim como esse texto, só querem te fazer perceber que vale muito a pena ser mais grato pelo presente. Não sabe como? Toma aí uma listinha muito útil de coisas simples que vão deixar seu dia muito mais feliz:


Experimente viver o agora, pelo menos por hoje. Garanto que vai ser libertador.
O que você acha disso?
Me encontre por aí: Facebook | Instagram
Beijos, 
          Duane.
logoblog

Estamos procrastinando a vida?

03/07/2017

Já contei aqui que se eu tivesse que eleger o meu maior defeito, seria a procrastinação. Pra falar a verdade, acho que esse é um mal que se alastra cada ver mais pela galera da minha idade. Vivo me perguntando “será que estou procrastinando a vida?”. Sim, porque parece que na maioria das vezes nos esquecemos dos objetivos finais e nos deixamos levar pelos prazeres imediatos.
“Só mais um episódio e depois eu vou estudar”, “só mais um vídeo e vou trabalhar no meu projeto”, “vou só dar uma checada nas minhas redes sociais, vai ser rapidinho” – e esse rapidinho demora duas horas, entre posts inúteis e tortura mental ao ver fotos de gente que está vivendo a vida dos seus sonhos. Quem nunca?
O lance é que esses dias percebi que consideramos isso normal, mas não é. É completamente desesperador, se você parar pra pensar. Quer dizer, temos tantas oportunidades, inteligência e opções, por que estamos fazendo isso? Realmente estamos procrastinando a vida.
Ao invés de ficar triste, sugiro que você se anime. Eu, escrevendo esse texto, e você, lendo, estamos dando o primeiro passo em rumo ao que queremos. Um mantra que inventei tem me ajudado muito quando me sinto tentada a procrastinar “cada vez que eu procrastino, me afasto mais dos meus sonhos”. Espero que ele te ajude também.

Me encontre por aí: Facebook | Instagram
Beijos,

            Duane.
logoblog

3 ilustradoras mara pra seguir no Instagram

23/06/2017


De uns tempos pra cá estou amando seguir ilustradoras no Instagram. Por isso achei que seria muito legal fazer um post com 3 ilustradoras mara pra seguir por lá ❤

Nath Araújo (@nanaths)


Com certeza você já conhece. Se não conhece, ta aí, Nanaths. Ela é simplesmente genial, cara. Mistura cultura pop, sinceridade e talento: assim são os desenhos dela.

Iza Cordeiro (@izcordeiro_/)


A Iza faz um trabalho muito bonito e diferentão, são artes únicas mesmo. Inclusive, ela fez um retrato meu (tô podendo, cara).

Mari Andrew (@bymariandrew)


Descobri aleatoriamente e acho uma graça! Sempre tem uma mensagem fofa e muito realista em tudo que ela faz.

Curtiu? Já conhecia? Conta nos comentários :3
Me encontre por aí: Facebook | Instagram
Beijos,

          Duane.
logoblog

Kit da mulher solteira contemporânea

16/06/2017


Que é difícil ser solteira nesse mundo em que o amor-próprio é visto como egoísmo e pra tudo quanto é lado somos bombardeadas pela mensagem “alô alô, você precisa de um mozão”, a gente já sabe. Mas o que fazer pra enfrentar tudo isso de cabeça erguida? Pra fechar com chave de ouro essa semana das solteiras, decidi compartilhar tudo de bom que deu (e ainda dá) um up na minha autoestima e ajuda muito naqueles momentos (cada vez mais raros – BENZADEUS) de carência.

Livros
  • Como ser mulher (Caitlin Moran)
  • Sejamos todos feministas (Chimamanda Ngozi Adichie)

Filmes


Posts

Vídeos
  • Como ser maravilhosa (Tá, Querida)
Bora desfrutar desse conteúdo maravilhoso? Depois me conta o que achou, tá?

Me encontre por aí: Facebook | Instagram
Beijos,

            Duane.
logoblog

Tudo bem deixar pra lá

05/05/2017


Às vezes a gente acha que vai ser pra sempre, mas acaba não sendo. Acontece. Às vezes a gente acredita que determinada coisa vale a pena ser conquistada, mas não vale. Acontece também. O lance é que as coisas mudam. Mas dói tanto reconhecer isso...
De repente as pessoas ficam diferentes. O lugar parece não ter mais graça. O sonho, que parecia ideal pra você, se mostra o contrário disso. Não é que você duvide da própria capacidade, nem que aquilo seja impossível de conquistar. É só que uma pergunta ficou esquecida, criando teias de aranha na gaveta dessa história: será que vale a pena?
Certas coisas valem. Valem a espera, o risco, as noites em claro. Outras não. Cabe a nós perceber a diferença entre a falta de vontade/motivação/seja lá o que for e a falta de importância, de significado.
Se não faz mais sentido, desapegue. Sei que é difícil, mas coisas melhores virão.
Beijos,

            Duane.
logoblog

Quando começar a monetizar o blog?

21/04/2017


Se você fosse me perguntar qual foi o meu maior erro no Claramente Insana, vou dizer que foi não monetizar logo que ele foi criado. Sabe por quê? Porque eu tinha vários pensamentos errados que me fizeram deixar de ganhar uma graninha. Como percebi que várias blogueiras iniciantes também têm essas mesmas ideias incorretas, vou desmitificar algumas a seguir:

1- SEU BLOG NÃO PRECISA SER GRANDE PRA SER MONETIZADO


Vamos supor que você tem apenas um leitor. Um leitor que entra todo dia no seu blog. Se ele interage e/ou clica no anúncio, isso vai te gerar mais receita do que um blog que tem mil visitas diárias e nenhum clique. O que vale é o engajamento, não existe isso de ter que esperar seu blog crescer pra poder monetizar.

2- VOCÊ NÃO PRECISA COLOCAR DADOS “COMPLICADOS” NO ADSENSE


A maneira mais simples de ganhar dinheiro pela internet é com o Google AdSense. Pra ativar ele no seu blog é só entrar nesse site, logar com a sua conta do Google, seguir o passo-a-passo direitinho, copiar e colar os códigos de anúncio e adicionar como gadget no seu blog. Simples assim. Não precisa colocar número de conta do banco nem nada muito comprometedor. Só quando você chegar a $100 vai precisar cadastrar sua conta do banco, então não precisa se preocupar com isso agora.

3- SEU BLOG NÃO VAI FICAR FEIO (E VOCÊ NÃO VAI PERDER PÚBLICO)


Uma das coisas que eu mais pensava era “ah, mas eu já tenho pouco público, se ele perceber que coloquei anúncio vai desanimar e aí esse blog vai se perder na imensidão da internet”. Que close erradíssimo! Eu não poderia estar mais enganada. Seu blog só vai ficar feio caso você coloque um anúncio pop-up (aqueles que escurecem a tela e pulam na frente do conteúdo ­– ninguém merece) inconveniente. Na hora de colocar o gadget de anúncio, você vai escolher onde ele vai ficar, de preferência um lugar visível, mas que não atrapalhe a leitura, e isso não vai incomodar os leitores. Falo por experiência própria.
Ou seja: mesmo que seu blog seja apenas um hobby, você pode e deve monetizar agora, já! Não poderia haver momento melhor do que esse. Prometo que não haverá arrependimento ;)

E aí, curtiu o conselho?
Beijos,

            Duane.
logoblog

3 livros pra mudar sua vida

12/04/2017


Se tem uma coisa que eu passei a amar nos últimos tempos é autoajuda. Eu tinha um preconceito muito grande com esse tipo de literatura, mas as coisas mudaram e hoje eu vim te indicar 3 livros que ajudaram bastante no meu desenvolvimento pessoal. Quem sabe eles não mudam a sua vida também? :)

A idade decisiva (Meg Jay)

Créditos da foto: Michelle Avanci
Quando estava perto de entrar na casa dos 20 anos, esse livro apareceu na minha frente e eu li sem maiores expectativas. Nossa, levei uns bons tapas na cara. Mas levei sorrindo! A autora é PhD em psicologia, especializada em atender jovens adultos. Em A Idade Decisiva ela dá várias dicas pra você melhorar sua educação, aumentar seu conhecimento, conseguir boas experiências de trabalho, desenvolver relacionamentos amorosos... Cara, é simplesmente sensacional (e muito esclarecedor). Acho que todo mundo devia ler, de verdade. Porque na maioria das vezes a gente fica confuso nessa fase, sem saber o que fazer. O tempo vai passando e cresce aquele sentimento de “nossa, o que é que eu estou fazendo da minha vida?”. Ao ler esse livro, é como se acendessem uma luz na nossa mente. Se você está na casa dos 20, ou até mesmo no começo dos 30, recomendo DEMAIS.

A mágica da arrumação (Marie Kondo)

Créditos da foto: Niina Secrets
O método KonMari mudou minha vida, e eu não estou exagerando ou sendo dramática quando digo isso. É a mais pura verdade! Desde pequena fui uma pessoa que acumula coisas e deixa tudo desorganizado. Revirar a casa em busca de uma coisa que eu não fazia ideia de onde havia deixado era comum. Chegou uma hora que isso me irritou, sabe? Fora que eu guardava muitos objetos do passado, e nem eram objetos que me davam alegria. O que eu mais queria era ter só o que me deixava feliz. E agora isso é realidade. Meu, o tamanho da alegria que isso causa é coisa de doido. Pode ser que o que ela ensina seja meio “radical”, principalmente se você for uma pessoa acumuladora, mas depois de aplicar o KonMari, não tem como sua vida não ficar mais legal. Pra saber mais sobre o livro, corre lá na resenha que eu fiz dele ;)

A Magia (Rhonda Byrne)


Posso dizer com certeza que A Magia foi o pontapé inicial para que eu me tornasse uma pessoa melhor e estivesse sempre em busca de mais aprendizados. Esse livro ensina, de forma extremamente fácil e didática, como aplicar a gratidão na sua vida. E quando eu digo didático, quero dizer interativo e divertido. Ao longo de 27 dias, você faz exercícios que reprogramam seus pensamentos pra gratidão. Sério, um dos melhores livros ever (considero mil vezes melhor que The Secret).

E você tem alguma indicação de livro de autoajuda pra mim? Conta aí nos comentários, vou adorar saber <3
Beijos,

          Duane.
logoblog

Como ser sua melhor versão

07/04/2017


Eu não sou perfeita e você também não é. Mas isso não é desculpa pra passar a vida desperdiçando seu potencial. Sim, é vergonhoso pensar que temos todas as ferramentas pra conseguir o que queremos e mesmo assim as desperdiçamos. Pensando nisso, inspirada num vídeo da Jacky Reis, resolvi dar 3 dicas de como ser a melhor versão de si mesmo.

1- COMPARAÇÃO? SÓ SE FOR COM VOCÊ
Já aconteceu com você? Do nada, você fica sabendo que uma conhecida ganhou uma bolsa pra fazer um curso no exterior e vai morar fora por um ano. Aí você, que estava bem de boa na lagoa, começa a pensar que a sua vida está toda errada, que devia ter feito outras escolhas e acha que o seu potencial nem é lá essas coisas. Pois é, acontece até com as melhores pessoas. De tanto essa situação se repetir, entendi que sim, é importante olhar para os lados pra saber o que está acontecendo, mas nunca dá certo ficar se comparando com os outros. A melhor coisa é estar sempre superando a si mesmo. Quer um exemplo? Vamos imaginar que você quer começar a malhar pra ficar mais saudável. Ao invés de se tocar que está completamente fora de forma e que fazer cinco flexões por dia já seria uma pequena vitória, você dá uma fuçada no Instagram, começa a seguir trocentas musas fitness e se sente um lixo por não estar que nem elas. Acho que já deu pra perceber que esse tipo de hábito é extremamente nocivo, né nom?



2- APRENDER MAIS NUNCA É DEMAIS
Quando olho pra trás, entendo porque os professores de filosofia insistiam em sempre passar aquela famosa frase do Sócrates: “só sei que nada sei”. A gente no fundo sabe que não sabe de nada, mas insiste em ter um orgulho bobo dizendo que sabe sim. O lance é que sempre tem alguma coisa nova pra aprender, mesmo que seja em algo que a gente julga já ter aprendido. Algumas pessoas vivem um padrão de repetição na vida, como relacionamentos que são sempre com o mesmo tipo de pessoa (ruim, geralmente), justamente por julgar que já aprenderam a lição, sendo que na verdade ainda falta entender um ponto crucial. O pulo do gato é refletir sobre o que se vê, o que se ouve, o que se fala, o que se vive. Não dá mais pra simplesmente deixar a vida te levar. Abra sua mente e diga adeus ao preconceito (e olá para a humildade).


3- MOTIVAÇÃO, SEMPRE
Vejo muita gente dizendo que temos que perseverar, pois só assim as coisas acontecem. Mas como perseverar sem motivação? Quando você apenas precisa fazer algo, é muito mais provável que haja desistência, por isso é necessário não apenas precisar, mas sim querer. E pra querer você precisa do quê? Uhum, isso mesmo: de motivação. Cada pessoa se motiva de uma forma diferente. Você pode ler livros de autoajuda, assistir vídeos/ler posts de pessoas alto astral que querem te ajudar (oi, olha eu aqui!), fazer um quadro de visualização... As possibilidades são infinitas. Vá fazendo testes e veja o que funciona pra você. No fim das contas, vai valer a pena.

E aí, curtiu as dicas?
Beijos,

           Duane.
logoblog

Como eu aprendi a enfrentar meus medos

17/03/2017


Sempre fui o tipo de pessoa que tenta ser durona. Sabe como é, aquela indivídua que as vezes até parece meio arrogante e tal. Só que nisso eu perdi meu tempo. Porque nessas de ficar mantendo a pose de durona, desperdicei oportunidades por medo. Sim, medo! Eu, no fundo, era apenas uma garotinha assustada (que obviamente nunca admitiu isso publicamente).


Não sei dizer em que momento percebi isso. Talvez tenha sido uma coisa que aconteceu gradualmente. Só sei que decidi que não posso deixar que o medo me impeça de fazer as coisas. E aí a minha vida começou a mudar. Mas como eu fiz isso?

RECONHECENDO MEUS MEDOS


Fingir que está tudo bem é ótimo, mas ao mesmo tempo te deixa estagnada, chafurdando no mesmo lugar. Então, vale a pena tirar um tempinho pra encarar esses fantasmas. Pense: por que eu estou deixando de fazer isso? Depois dessa primeira resposta, faça para si mesma a mesma pergunta novamente. E de novo, e de novo, e de novo. Nesse processo, você vai chegar na resposta fundamental, a verdade verdadeira. E é aí que você deve dar um novo passo.

O PRIMEIRO PASSO IDEAL É PEQUENO, MAS SIGNIFICATIVO


Nós, serumaninhos, temos mania de nos colocar pra baixo e ao mesmo tempo criar um patamar muito alto de expectativas. Pois é, é absurdo, porém real. Exemplo: eu tenho medo de começar um novo relacionamento e quebrar a cara. Aí aparece uma pessoa legal, mas eu digo “ah não, essa pessoa não serve, ela não se parece nem um pouco com o Ed Sheeran”. Ok, talvez esse exemplo tenha sido escroto, mas você entendeu. O lance é que a gente tende a acreditar que não é capaz e que se não for de tal nível nem adianta tentar. Em suma, criamos diversas desculpas para não dar o primeiro passo. Essa é uma grande armadilha, tome cuidado com ela. Comece pequeno e continue. O importante é ter consistência.

SE OBRIGUE A AGIR


Vou dar um exemplo bem pessoal aqui. Ano passado eu finalmente entendi que tinha medo de sair sem me depilar e ao mesmo tempo odiava passar cera/lâmina/creme depilatório (doía, eu me cortava e minha pele ficava extremamente irritada). Depois de muita reflexão, percebi que isso acontecia porque tive experiências muito ruins no passado (sofri bullying na escola por causa dos meus pelos e fui repreendida por pessoas próximas). Eu queria ser aceita pela sociedade. Tinha medo de ser rejeitada, rechaçada, humilhada. Decidi que continuar daquele jeito não era mais aceitável. Escolhi ir atrás da minha felicidade. Descolori meus pelos e durante os próximos dois meses fui pra faculdade só de vestido, regata e shorts. Sempre alguma peça que mostrava que eu não havia me depilado. Não era pros outros, muito menos um protesto, entende? Era pra mim.

SEMPRE FAÇA O QUE TIVER QUE SER FEITO POR VOCÊ


Não enfrente seus medos pra agradar ninguém. Você tem que agradar a si mesma. Internalize isso. Tatue isso na sua mente. Repita: eu tenho que agradar a mim mesma. Se for pra enfrentar um medo, enfrente para se desenvolver, se autoconhecer, se descobrir, crescer. Não vou dizer que é fácil. A vida dá uns bons tapas na sua cara no caminho. Mas se você não tentar, nunca vai saber.

Se você gostou do tema, sugiro que assista dois vídeos que me ajudaram (e ainda ajudam – sou humana, ainda tenho vários medos!): O medo te paralisa? | 5 etapas para superar seus medos

Beijos,

            Duane.
logoblog

O que fazer com o seu "mau" gosto

03/03/2017


Sempre que eu conhecia alguém, acontecia um fenômeno muito louco: o transtorno do mau gosto (termo científico cunhado por mim mesma – obrigada, de nada).
A conversa estava rolando solta e de repente eu soltava que a minha banda favorita é The Doors. “Wow, como você é descolada”. Depois, meio que sem querer, revelava que costumava ouvir Asleep, dos Smiths, pra dormir. Quando a conversa ia pro campo dos filmes e séries, eu dizia que meu filme favorito é Clube dos Cinco e minha série da vida é Friends. “Nossa, só clássico, né?”. Depois, a respeito de livros, contava que um dos meus livros prediletos é O Retrato de Dorian Gray, do Oscar Wilde, mas que também amei Ensaio Sobre a Cegueira, do Saramago. Pronto, eu era considerada perfeita em termos de bom gosto. Mas aí minha gente, em outra conversa, a pessoa descobria que eu li toda a série Crepúsculo, fui belieber, amo as músicas da Taylor Swift, ouço Britney desde que me entendo por gente, adoro o filme É Fada! e não curto The Walking Dead. Assim acabava todo o encanto.
O pior de tudo é que a gente acaba ficando contaminado por esse tipo de atitude, mesmo sem querer. Eu mesma já julguei muita gente por gosto musical (“eca, ela gosta de Anitta”) e até já dei sermão por causa disso. Pois é, shame on me.


Uma coisa é não aprovar músicas com letras que denigrem grupos de pessoas e/ou tratam a mulher como boneca inflável (quem lembra daquele funk escroto que dizia que mulheres só tinham direito de sentar e de ficar quietas? E o que dizer de “deu onda”?). Outra, completamente diferente, é perder a oportunidade de estabelecer relacionamentos maravilhosos por conta de “mau gosto” musical. O mesmo vale pra todo tipo de “mau gosto”: literário (quem se importa se ela leu 50 Tons de Cinza? PELO MENOS ELA LÊ, MERMÃO), televisivo (ok, ele assiste BBB. E daí?), cinematográfico (sim, eu assisti É Fada! no cinema, sozinha, no dia do meu aniversário – e continuo sendo muito legal), etc.
Se eu pudesse mudar o ditado “gosto não se discute”, ele viraria “gosto se respeita”. Tanto se fala sobre mudar o mundo, amar o próximo, liderar de forma servidora... Mas, de verdade, o que você está fazendo além de falar? Respeitar o gosto da pessoa ao lado é um ótimo primeiro passo. Pode parecer pouco, mas, acredite, é transformador.
Hoje em dia eu parei de ficar julgando o gosto das pessoas. Como consequência, passei a ficar mais aberta a diversas leituras, músicas e experiências para as quais torceria o nariz antigamente. Já dei chance pra livro erótico (não é minha praia, mas quem sou eu pra julgar quem gosta?), assisti filme de ação (até que é bem divertido) e escutei feminejo (como não amar essas mulheres?). Vê se para de perder tempo e energia com uma coisa tão boba e se joga! Tenho certeza de que, no mínimo, você vai se divertir muito e ficar bem mais leve.
Beijos,
            Duane.
logoblog

Você vai dar mais valor nas metas depois desse post

24/02/2017


Desde que eu comecei a estudar Administração, fiquei fascinada pelo poder das metas. Antes de começar a falar sobre elas, é preciso corrigir um erro básico que muita gente comete: confundir meta com objetivo.
Objetivos são sonhos, coisas que você quer muito. Metas são o caminho para chegar até eles, por isso elas tem prazos e devem ser simples de executar. Ah! E simples não significa fácil (todos nós sabemos que estabelecer novos hábitos e sair da rotina é difícil).
A importância de se ter metas é clara: se você não estabelece um caminho, se não traça um plano, como vai saber se está fazendo as coisas da forma certa? Não vai. Daí a frustração de nunca conseguir nada bate na porta, entra na sua vida e não sai mais.
Há também pessoas que já tiveram experiências ruins com metas estabelecidas no passado e hoje em dia não acreditam mais no poder das metas (e delas mesmas). Se você está nesse grupo, calma. Respira e se liga nessas dicas:

METAS SÃO CLARAS COMO UM DIA DE SOL
Ok, então você quer aprender um novo idioma pra se destacar no mercado de trabalho. Legal, mas como você vai estudar? Quando? Onde? Quanto pode gastar? Se você não especificar todos os detalhes, vai se frustrar rapidinho.

METAS DEVEM SER REALISTAS
Sonhos/objetivos podem até parecer meio impossíveis, mas isso não pode ocorrer com as metas. Metas devem dar um friozinho na barriga por representarem um desafio mas devem condizer com a sua realidade. Por exemplo: você quer ser mais saudável, aí coloca como meta perder uma quantidade absurda de peso em um mês e malhar uma hora por dia. Não vai rolar, né? Começar pequeno pode parecer chato (e muitas vezes é mesmo) porque você está motivado a crescer, mas esse gás é momentâneo. Para mantê-lo, o ideal é estabelecer metas realistas (como malhar 10 minutos por dia).

AS COISAS MUDAM
Pode ser que as metas que você estabeleceu inicialmente não tenham dado muito certo. Tudo bem, isso não é fracassar. Apenas ajuste o plano! Exemplo pessoal: eu tenho como objetivo ser uma pessoa mais focada, eficiente e organizada. Então, estabeleci como meta planejar meu dia numa agenda e cronometrar 50 minutos de trabalho contínuo e 10 minutos de descanso pra cada hora. De início até que funcionou. Mas aí eu comecei a ficar com preguiça, desmotivada e acabava que na verdade eu trabalhava por 10 minutos e descansava por 50 (quem nunca?). Resultado? Senti que nem valia a pena ser focada, eficiente e organizada. Cara, eu momentaneamente desisti! Sério, é um sentimento horrível e eu não desejo ele pra ninguém. O que eu fiz? Decidi descansar por alguns dias e procurar novas formas de atingir meu objetivo. Com isso vieram novas práticas e novas metas que tem funcionado muito bem. Moral da história: se der errado, não se culpe. Apenas analise friamente o que aconteceu e trace um novo plano.

PENSE EM TUDO QUE PODERIA DAR ERRADO
Eu sei, parece uma dica estranha vinda da rainha das good vibes. Só que é extremamente necessária! Lembram da história que acabei de contar na dica anterior, né? Então. Quando analisei o que tinha dado errado, percebi que falhei numa coisa boba: nessa de ser otimista, esqueci que se não pensar no pior, quando ele acontecer você vai ficar sem chão. Então sim, temos que acreditar em Deus e em nós mesmas, temos que ter fé que vai dar certo, porque no final vai mesmo. Sempre dá. Mas no meio do caminho vão existir percalços. Por isso, quando definir uma meta, pense em todas as possibilidades, sejam elas boas ou ruins, e decida o que vai fazer quando elas ocorrerem. Quanto mais preparo, melhor.

COMEMORE E DIVIRTA-SE!
Um grande motivo de desistência é que às vezes parece que a gente só corre atrás das coisas e não tem tempo pra nada. Aí parece que tudo não faz mais sentido. Eu mesma entrei nessas de “pra quê malhar? No fim das contas todos vamos morrer mesmo” (é sério – isso que dá ler notícias sobre o Trump). Por isso, sempre que atingir uma meta, mesmo que ela parece pequena, comemore e divirta-se no caminho. Assim como eu estou fazendo agora, ao finalizar esse post \o/


E aí, gostaram das dicas?
Beijos,

            Duane.
logoblog

Como eu aprendi a ficar sozinha

10/02/2017


Era sempre a mesma coisa: quando eu precisava sair, pra qualquer lugar, tinha que ter alguém pra ir junto (até pro banheiro!). E o negócio fica ainda pior: não era só pra sair. Era pra vida. Eu precisava de vários amigos, precisava de um namorado, e, acima de tudo, precisava de muita, muita atenção. Resultado? Deu ruim, óbvio.
Enquanto eu estava no colégio, até que funcionou (bem mal, mas funcionou) porque todo mundo estava solteiro e eu não era a única que não gostava de ficar sozinha (aliás, perdi a conta de quantos crushes tive). Mas quando eu entrei pra faculdade o negócio ficou tenso.
Chega um momento da vida em que você percebe que as amizades têm fases. De repente os horários, os gostos e as vontades não batem mais. Você liga pra sua melhor amiga dizendo que vai na casa dela e ao invés de dizer “pode vir, vaca!”, ela diz “putz, desculpa, mas eu tô na casa do meu namorado”. Aí você manda mensagem pra outro amigo chamando ele pro cinema e a resposta é “não quero ver esse filme”. E pra fechar tudo com chave de ouro, o crush dá um bolo dizendo que tem que limpar a casa (pior desculpa ever). Foi isso que aconteceu comigo, pelo menos.
A reação inicial foi péssima. Passei a viver no passado. Morria de saudades de ver meus amigos todo dia, não conseguia aproveitar minha faculdade, ficava guardando mágoa dos outros e pensava que ninguém mais ia com a minha cara. Resumindo: levei pro lado pessoal e fiquei na bad. Até que caiu a ficha e eu percebi que manter esse tipo de atitude estava sendo ridículo e resolvi mudar. Mas como? Aprendendo a ficar sozinha.


Primeiro dei um rolê a pé na cidade. Achei ruim não ter com quem conversar, mas não foi aquele ruim de “nossa, que horrível”. Foi um ruim de “hm, diferente isso, né?”. Tentei mais uma, duas, três vezes, até me acostumar. Logo após isso, fui ao shopping. Não achei nada de mais. Foi um passeio meio sem sal, sabe? De novo veio aquele sentimento de “hm, interessante...”. Mas finalmente pude sentar naquelas poltronas da Saraiva pra ler sem ter ninguém enchendo o saco e tomei um sorvete ótimo, então considerei minha experiência bem-sucedida. O próximo passo foi desmistificar aquele tabu enraizado na cabeça de todo mundo: ir ao cinema sem ter companhia. Pra saber como foi você vai ter que ler esse post aqui.
Recentemente, no meu aniversário de 20 anos, fui ao cinema sozinha assistir ao filme “É Fada!”. Cara, foi incrível. Eu me senti tão feliz, tão leve, tão bem... porque mesmo sem ter ninguém ao meu lado, eu fui e me permiti aproveitar aquele momento.
Depois de tudo, cheguei a algumas conclusões. A primeira delas foi que eu não gostava de ficar sozinha porque não gostava da minha própria companhia. É absurdo, porém real e eu sei que tem muita gente que também não gosta, mesmo sem saber disso. Ficar sozinha te permite entrar em contato com pensamentos, sentimentos e atitudes enraizadas que você geralmente não quer encarar de frente. Mas, ó, conselho de amiga: uma hora isso estoura e, acredite, não é legal.
Percebi também que a maioria das pessoas tende a gostar mais de sair acompanhada por razões óbvias: é muito mais cômodo jogar a responsabilidade pros outros e ter aquela sensação de estar sendo protegida. Pensa comigo: quantas vezes você deixou de ver algum filme porque permitiu que outra pessoa escolhesse por você? Quantas vezes ficou em casa por medo de ir a algum lugar sozinha? Pelo menos uma, aposto.
Se eu pudesse te dar apenas um conselho hoje, ele seria: vai lá, enfrenta esse medo de andar por aí sozinha. Juro, vale a pena aprender a curtir a própria companhia.

E você, sai sozinha?
Beijos,

            Duane.
logoblog
1 a 6123456Próximo
1T 1U 1V-1k

Receba as novidades do blog no seu e-mail

Siga no instagram