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Precisamos conversar sobre isso

20/11/2017

Oi pra você que lê esse blog. Tudo bem? Vem cá, tenho algumas coisas pra te dizer.
Escrever é uma das coisas que mais amo na vida. É quase como se eu precisasse escrever pra me sentir viva, pra sentir que estou fazendo algo de bom, no qual sou realmente boa. É muito mais do que um hobby, acaba transcendendo isso.
Gosto tanto de escrever que acabei criando o Claramente Insana, inicialmente chamado (Im)perfeitas, com duas conhecidas. Achei que seria necessário ter a ajuda de outras pessoas, já que antigamente tive um blog literário e não dei conta de mantê-lo.
Esse blog carrega uma parte de mim, uma história contada em dois anos. Meu crescimento, meu processo de empoderamento, alegrias, tristezas, descobertas. Tudo, de uma forma ou de outra, foi registrado por aqui. E isso é incrível.
pensei diversas vezes em desistir. Já me fizeram querer parar com tudo, esquecer tudo que construí até agora. Mas eu não agi e não pretendo agir dessa maneira. Sabe por quê? Por minha e por sua causa, leitor(a).
Não posso simplesmente desistir desse (se prepara porque vem aí uma expressão mega brega e clichêzona) pedaço de sonho que virou realidade. Investi tempo, dinheiro e energia com esse espaço. Ele é parte de mim. O que eu não esperava é que ele fosse se tornar parte de outras pessoas também.
Tem gente que entra todo dia no blog pra ver se tem post novo. Já recebi mensagens lindas de pessoas maravilhosas que se inspiram na minha maneira de encarar a vida. Sério, fico emocionada com essas situações! Elas superam tudo que imaginei e projetei pro Claramente Insana.
Só que ao mesmo tempo em que me sinto felizassa por esse retorno incrível, vem uma sensação de sufocamento bizarra. Como pode, algo que amo tanto acabar se tornando um fardo? Sinto até vergonha quando penso nisso. Mas é verdade.
Vou contar um segredinho meio óbvio: não é fácil. O blog chegou num ponto onde devo decidir se ele continua sendo apenas um passatempo ou se tem potencial para ser uma plataforma profissional. Como boa libriana que sou, não estou conseguindo fazer essa escolha sem analisar todos os prós e contras de cada lado – o que me atrasa bastante. Além disso, venho me sentindo sobrecarregada. Todos nós temos problemas pessoais, e acredito que no meu caso eles chegaram num ponto onde afetou o conteúdo que posto por aqui. Comecei a relaxar e me odiei por isso – e ódio nunca é bom.
Por esses e outros motivos decidi que vou dar uma pausa. Preciso respirar, gente. Preciso focar 100% em mim e nas pessoas que amo. É o fim de vários ciclos, o que traz o início de outros. Não se preocupe: não vou abandonar esse cantinho. Volto no fim de janeiro com a mente fresca, novas ideias, novos conteúdos e o mesmo jeitinho insano de ser.
Espero que você entenda. Muito obrigada por fazer parte dessa família <3
Beijos,
            Duane.
PS: Nos vemos em janeiro, coloca um lembrete, ok? ;)


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Como sobreviver à crise dos 20

24/10/2017

Esse ano aconteceu uma coisa muito tensa comigo: a crise dos 20 bateu, e bateu feio. Pra quem não sabe, a crise dos 20 é aquela coisa horrível que vem junto com a fase dos 20 anos, uma sensação intensa que vou tentar descrever nesse post.
Era como se tudo que eu havia construído durante a minha adolescência estivesse escorrendo pelos meus dedos. Já não via meus amigos com a mesma frequência (alguns deles se afastaram), meus gostos não eram os mesmos, minhas vontades eram outras.
A faculdade não era bem o que eu esperava, não encontrei o amor da minha vida, mas também não frequentei diversas baladas nem peguei muitos caras.
Parecia que todo mundo sabia o que estava fazendo e/ou conquistando coisas, e eu ali, sem saber o próximo passo e ao mesmo tempo tomando atitudes, mas sentindo que não era suficiente.
Resumindo: fiquei bem perdida. E se tem uma coisa que não gosto nessa vida é me perder.
A boa notícia é que consegui, me libertei dessas amarras. Como me virei nesse meio tempo?

1. Percebi que as pessoas mudam, e às vezes não mudamos com elas, então é natural que alguns laços se rompam
Não necessariamente você vai parar de falar com todos os seus amigos do colégio. Mas como a convivência não é mais diária, acaba que vivenciamos coisas diferentes e pode ser nos tornemos pessoas incompatíveis. Isso não anula a história de antes. Só fecha um ciclo.

2. Notei uma coisa muita louca: eu mudo, mas permaneço a mesma
É tão incrível perceber que a essência fica! Eu, sinceramente, acho surreal como continuo gostando da Taylor Swift ao mesmo tempo em que minha visão sobre diversos assuntos mudou da água pro vinho.

3. Aprendi que criar expectativas demais é algo nocivo
Fazer planos e praticar a lei da atração é uma coisa, agora, divagar e praticamente morar em situações imaginárias faz muito mal. Porque nunca, nada nem ninguém vai ser do jeitinho que pensamos. Você pode se frustrar com isso ou acabar gostando mais da realidade do que da imaginação.

4. Assimilei que estar sozinha não é necessariamente ruim...
... e eu poderia ficar horas falando sobre isso por aqui. Amo minha própria companhia e hoje em dia fico até sufocada se não consigo ter um tempo apenas comigo mesma.

5. Parei de ficar me comparando com os outros
Essa, ao meu ver, é a atitude mais nociva que podemos ter. Não dá pra ficar se baseando no outro! Nunca sabemos o que o coleguinha está passando e não necessariamente o que é bom pra ele vai ser bom pra gente.

6. Agradeci
Ser grata pelo que viveu, vive e ainda vai viver é essencial. Ao invés de ficar se lamentando em todos os momentos, é mais saudável agradecer pelo que há de bom. Parece que a vida até mais leve.

Não estou dizendo que isso aí é uma fórmula mágica. Apenas achei interessante compartilhar minhas vivências. Quem sabe não te ajuda, né? ;)
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Beijos,

            Duane.
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21 coisas que em aprendi em 21 anos

09/10/2017


1. A gente muda. O tempo todo.
2. ‎Só que a gente permanece a mesma pessoa, sacas? A essência fica.
3. ‎Amigos de verdade são poucos. Eles ficam. Você vai saber quais são, mais cedo ou mais tarde.
4. ‎Não há nada de errado em ser você mesma.
5.  O tempo é relativo.
6. ‎Aliás, tudo é relativo.
7. ‎Não existe dia ruim. Existe dia em que você não agradece pelas pequenas coisas boas.


8. ‎Tudo bem não dar conta de tudo hoje. Amanhã é um novo dia.
9. ‎Tudo que acontece de ruim é para melhorar.
10. As pessoas julgam tudo, o tempo todo. E isso inclui você.
11. Basicamente, aceitar que está sendo julgada e agir da maneira que achar melhor é o mais sensato a se fazer.
12. Você não precisa seguir modas ou se encaixar em um padrão.
13. Tome cuidado com o que diz por aí.
14. Cada um interpreta o que ouve de um jeito, e isso pode ter consequências assustadoras.
15. Ou seja: procure ser gentil, sempre.


16. Falando em ser gentil, a maioria das pessoas tende a ser grossa com as pessoas que ama. Procure quebrar esse costume ridículo.
17. Se você falhar, não significa que você é um fracasso.
18. Amor = respeito
20. Planeje, mas não se prenda ao planejamento.
21. A vida é aprendizado.

E você, o que aprendeu em todos esses anos?
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          Duane.
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A vida não para

04/10/2017


É engraçado ver como nos preocupamos tanto com tudo. Nos preocupamos com nosso passado (“não devia ter feito aquilo” ou “por que não fiz aquilo?”, com nosso presente (“por que a vida de todo mundo parece melhor do que a minha? Será que estou vivendo errado?”, com nosso futuro (“e minha aposentadoria, como fica?”). Nos preocupamos com o tempo (“nunca é suficiente!”), com nossa segurança (“melhor não reagir”) e com nossas pessoas favoritas (“se cuida, viu?”). Mas você já parou pra pensar em como tudo eventualmente acaba seguindo seu curso?
A vida não para por conta das nossas dúvidas e anseios. Pelo contrário: parece que quanto mais a gente se preocupa, mais parece que tudo sai do controle
Não que alguma coisa devesse estar sob nosso controle, aliás (a Débora falou lindamente desse assunto nesse post aqui). Pare e questione suas questões.
Há algo extremamente libertador na expressão “joga na mão de Deus e vai”. Acredito que esse seja o motivo pelo qual a aplico para tudo na minha vida. Pensar é bom? É. Refletir é necessário? Sim. Planejar é essencial? Também – não me parece certo deixar o vento nos levar. Porém de nada adianta tentar fazer com que tudo seja perfeito (e é ainda pior se frustrar quando as coisas não saem como você pensou – lembre-se que as coisas mudam e pessoas não são obrigadas a ter a mesma opinião).
Sinta, ame, perdoe, tenha respeito e empatia. Apenas viva.

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            Duane.



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Tendência sem make

20/09/2017


É só dar uma boa navegada pelo YouTube que logo você descobre uma forte tendência: a cara lavada, com pouca ou nenhuma maquiagem.
Particularmente, sempre gostei de make, mas nunca me aperfeiçoei, sabe? Acho bonito, uso o básico (rímel, corretivo e batom – às vezes um blush) e fica por isso mesmo. Mas nem sempre foi assim. Houve uma época em que eu simplesmente não conseguia sair de casa sem estar maquiada, me achava feia sem alguns retoques e era estranho ver mulheres que não utilizavam o famoso “reboco”.
A tendência da cara lavada veio pra quebrar esse paradigma de que a mulher deve ser perfeita e estar sempre impecável. Sem maquiagem mostramos uma realidade mais crua – que não deixa de ser linda.
Acho importante aderir pelo menos naquele domingo que você vai ficar em casa sozinha. Assim como a make empodera, a falta dela também o faz.

O que mais vale de todas essas tendências, que vêm e vão, são as pessoas. Valorize o que tem de bom e siga em frente – maquiada ou não.


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            Duane.
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Vontade de ser diferente

11/09/2017


Desde de pequena eu tinha uma vontade imensa de ser diferente. Pra mim, o padrão era simplesmente... chato. Do que adianta ser do jeito x se todo mundo também é? Não via graça nisso. Bom mesmo era ser diferentona, daquelas que de longe dá pra saber de quem se trata.
Essa vontade se estendia em todos os campos da minha vida: de crushes à roupas, queria sempre o diferente. Moda? Não queria nem ouvir falar dela, porque pra mim era um jeito escroto de ganhar dinheiro e robotizar pessoas. Meu tênis de lantejoulas era muito mais legal do que isso.
Cresci. Meus pensamentos mudaram, mas nem tanto. Continuo gostando muito mais do diferente, ele nunca perdeu seu ar de magia. Só que, de repente, me bateu uma coisa: mais uma vez, agi por motivos errados.
Pensa comigo: por que essa vontade toda de ser diferente? Hoje vejo de maneira muito clara que o motivo principal era a aprovação externa. No fim das contas, eu acreditava que ser diferente chamaria muito mais atenção do que ser comum. Errei feio.
O comum existe justamente para a aprovação. Quando você é diferente, o estranhamento é geral. E olha que nem sou tão diferente assim, viu? Sou até bem normalzinha. Como diria Taylor Rainha Swift, “sou apenas uma garota tentando encontrar um lugar neste mundo”.
Sigo sendo diferente e igual ao mesmo tempo. Aprendi que nada vale mais a pena do que agradar a mim mesma. 
Se hoje meus dois artistas preferidos são Taylor Swift (incluindo a era country <3) e The Doors, se amo elástico de pompom candy color, se gosto do que é mais difícil, é porque percebi que essas coisas fazem parte de mim. E tudo bem se só eu gostar disso. Acredite em mim, essa é uma lição valiosa.

E você, gosta do que é diferente?
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            Duane.
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O que é body positive

08/09/2017

Créditos da foto: All Woman Project
Já faz algum tempo que conheci o movimento body positive e senti vontade de compartilhar por aqui, explicar o que é. Mas acontece que eu me sentia insegura pelos seguintes motivos:
1. Não saber tudo o que deveria e acabar informando algo errado.
2. Explicar de um jeito que ficasse estranho e no fim das contas mais confundir do que esclarecer.
Então, gostaria de deixar bem claro antes de começar que não sou dona da verdade e com certeza ainda há muito a ser dito, mas vou tentar mostrar o Body Positive de um jeito simples e bacanudo pra todo mundo viver mais feliz.
Basicamente, o Body Positive é um movimento que afirma que todos os corpos são bons. Sim, você entendeu direito, TODOS OS CORPOS SÃO BONS. Corpos de todos os tamanhos, formas, cores, idades, etc. Ser uma pessoa body positive é se amar do jeito que é, sabendo que gorda não é xingamento (nem sinônimo de doença), que chamar alguém de graveto não é bacana e que mesmo com celulite você continua muito bem, obrigada.
Créditos da ilustra: @tylerfeder
O Body Positive foi fundado por Connie Sobczak e Elizabeth Scott em 1996. Elas perceberam o quanto a falta de representatividade na mídia e a pressão diária pelo corpo “ideal” podem ser fatais na vida das pessoas e decidiram mudar esse cenário. Lá no site oficial da organização dá pra acessar a definição oficial do movimento, que é a seguinte:
“O Body Positive ensina as pessoas a se reconectar com sua sabedoria corporal inata para que elas possam ter um autocuidado mais equilibrado e alegre, além de um relacionamento com todo o seu ser guiado pelo amor, perdão e humor”.
Ou seja: ame seu corpinho do jeito que é, se cuide por você e não pelo outros, e acima de tudo, deixe de lado essa sensação de culpa e ria de si mesma. Maravilhoso, né?


É claro que falar é fácil, fazer é o difícil. Mas gostar da proposta do Body Positive já é um começo, e abre espaço para que o primeiro passo para o caminho do amor-próprio seja dado.
Recadinho muito importante: como todos os corpos são bacanas, não vale colocar o outro pra baixo pra se promover ou tentar animar outra pessoa. Quer um exemplo que escuto direto? “Para de se achar feia, queria ver se você fosse que nem a fulana”. Não entendo como não percebem o quanto uma afirmação desse tipo é errada.


Também vale ressaltar que o body positive não é opressor. É muito comum ver por aí dois opostos: pessoas magras, ratas de academia, e pessoas gordas, que refutam o padrão de beleza imposto pela sociedade. Não ache que somente mulheres (e homens também!) com IMC “ideal” ou gordas empoderadas fazem parte dessa ideia. Body Positive é sobre se amar acima de tudo, o que consequentemente te faz amar as outras pessoas e construir uma sociedade melhor.

Como já disse no início do post, não sou nenhuma especialista em Body Positive, então acredito que vai ser interessante buscar quem manja do assunto pra que você tenha mais informações sobre (super indico esse vídeo do Alexandrismos).

E você, já conhecia o Body Positive? O que acha desse movimento?
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          Duane.
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Você se recusa a aprender?

01/09/2017


Será que você está se recusando a aprender? Se alguém tivesse me perguntado isso alguns meses atrás, eu teria rido, porque não faria o menor sentido. Eu ainda não havia compreendido uma coisa muito importante.
Ao longo da vida, coisas acontecem. Normal, né? Só que nem todas essas coisas são boas, o que acaba criando uma enorme bagagem emocional. Essa soma de experiências pode acabar nos fazendo muito mal, caso não seja trabalhada da maneira correta. É óbvio que quando digo “maneira correta”, não pretendo fixar nenhuma fórmula milagrosa ou te culpar por agir de determinado modo. 
Cada caso é um caso, mas é inegável o fato de que muitas vezes não sabemos muito bem como lidar com nossas bagagens.
Algumas pessoas (e eu me incluo nessa), decidem percorrer o caminho mais fácil: ignorar o problema. É quase como se a gente estivesse colocando nossas malinhas cheias de dor, ressentimento e frustração dentro de um guarda-volumes pra nunca mais voltar. Só que do nada, quando menos se espera, o dono do negócio liga pra avisar que não cabe mais nada lá. Caso ele seja aberto, tudo vai cair na nossa cara.
E é bem assim que acontece! Quando o problema é ignorado, parece que na hora tudo se resolve, mas vai por mim, isso não é verdadeiro. Qualquer coisa se transforma em gatilho, o que acaba sendo extremamente perigoso. Uma música, um toque, uma palavra pode ser fatal, tanto pra você quanto pra quem estiver ao seu lado. 
Nessas de fingir que está tudo bem, tudo pode ficar mal, pior do que já estava.
Se recusar a aprender é comum e acontece por diversos motivos. Além de evitar a dor imediata, faz com que a pessoa se prenda a algo que talvez a remeta a coisas boas. Quer um exemplo? Fulaninha namorou com Fulaninho em meados de 2000 e bolinha. O namoro não deu certo, então ela decidiu superar e seguir em frente. Acontece que todo ano ela lembra do ex e se pergunta se aquilo poderia ter dado certo, só pra logo em seguida chamar no chat, conversar e perceber que não, não poderia. Ano que vem ela tenta de novo, provavelmente depois de dispensar um cara perfeitamente normal depois de uma simples discussão e pensar “ah, mas o Fulaninho nunca iria fazer uma coisa dessas”.
Fulaninha está se prendendo ao “e se”, baseada em coisas boas do passado. Ao invés de agradecer pelo que viveu e seguir em frente, ela se apega às lembranças e as transforma em um porto seguro. Esse porto é uma certeza em meio a dúvidas. Nada é tão certo quanto algo que já aconteceu (ou pior – aconteceu só na nossa cabeça). 
Resultado: ela romantiza o que passou, não dá valor no agora e impede a construção de um futuro melhor.
Na minha opinião, toda essa confusão se resume a um mal da nossa geração: medo de sentimentos. Sim, eu sei, é bizarro, porém real e não se aplica apenas aos nossos relacionamentos, mas também a diferentes fases da vida, como empregos e situações. Quem nunca se pegou pensando que antigamente era melhor, não é mesmo?
A questão é que no fim das contas a gente precisa encarar o que se passa dentro das nossas mentes e corações. Parece brega, mas é necessário e muitas vezes doloroso (por que você acha que fugi disso por tanto tempo?). 
A bagagem faz parte das nossas histórias. Ela não deve ser ignorada. Tudo que vivemos nos ensinou algo, agregou valor em nossas vidas.
E eu acho que finalmente aprendi. Tanto que estou escrevendo esse texto ouvindo uma música que costumava evitar por me fazer lembrar de determinados momentos. Porque esses momentos me fizeram ser quem eu sou, mas ainda há muito a ser vivido.

E você, aprende com o que viveu?
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            Duane.
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O que fazer quando bate uma bad

21/08/2017


Esses dias eu fiquei mal. Gosto de me ver como uma pessoa positiva e sempre faço o que posso para ser feliz, mas olha... não estava dando. Conflitos pessoais, familiares e profissionais: tudo isso convergiu ao mesmo tempo. Sabe aquela sensação de que não dá mais, que você não é suficiente? Foi assim que eu me senti.
Então, pela primeira vez na vida, decidi encarar minha tristeza de verdade, sem me fazer de vítima ou apenas mentir pra mim mesma, dizendo que estava tudo bem. E quer saber? Funcionou.
Às vezes bate uma bad. É normal. Mas por mais que te digam que essa situação acontece com todo mundo, na hora da tristeza esse tipo de conselho não adianta. O conselho real, que funciona, eu aprendi com aquele filme da Disney, Divertida Mente (a vida é engraçada, né?): aprenda com esse momento. Busque o autoconhecimento e a autoconfiança.
Autoconhecimento é sobre ter ciência dos seus pontos fortes e fracos. Autoconfiança é quando esses pontos são valorizados, porque são eles que vão fazer com que você dê conta de tudo a que se propôs. Obviamente, nenhum dos dois virá de maneira fácil, mas, pra nossa sorte, a tristeza é uma grande oportunidade para exercitá-los. Pois é, a bad pode ser útil! Quem diria, não é mesmo? Apenas tente entender o que te levou até onde está, perceba como é esse sentimento e analise a circunstância.
No começo pode ser difícil porque, como falei agora há pouco, temos essa tendência de sentir demais e o que era pra ser uma reflexão acaba se transformando numa ruminação. Que fique bem claro: reflexão é quando se analisa friamente determinada coisa. Já a ruminação faz com que a gente pense apenas no lado ruim e se martirize por tudo que deu errado. Minha dica pra quando a reflexão vira ruminação é pensar o seguinte “eu fiz o que pude. E se não fiz, já passou. O passado não me define, hoje sou uma pessoa melhor”.
Da próxima vez que a tristeza chegar, lembre-se de que você é feliz, apenas está triste. Sinta sua dor, respire fundo e encare a situação de frente. Sei que você é capaz.

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            Duane.
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5 coisas pra fazer antes de morrer

18/08/2017


Não sei você, mas eu AMO fazer listas pra me organizar. Acho que em tópicos tudo fica mais claro, e isso faz a mente trabalhar melhor. Daí veio a ideia fazer aquele post clássico com 5 coisas pra fazer antes de morrer. As minhas escolhas foram as seguintes:

1. Viajar pra fora do país


Acredito que viajar seja uma das coisas mais gratificantes que qualquer pessoa pode fazer na vida. Pra fora do país então, deve ser algo único.

2. Escrever (e publicar) um livro


Desde pequena tenho essa paixão por ler e escrever (por isso surgiu o Claramente Insana!). Quando vou à uma livraria, fico pensando que meu livro poderia ser um daqueles nas estantes, pronto pra ser lido por alguém.

3. Aprender a dirigir e tirar minha CNH


Tenho medo? Tenho. Quero enfrentar e vencê-lo? Vou.

4. Ser poliglota


Amo, amo, AMO aprender novas línguas. Já sou quase fluente em inglês e agora estou aprendendo francês. Há algo de interessante em estudar outro idioma. Há diferentes palavras que descrevem diversas coisas, e pra mim essa é uma coisa maravilhosa.

5. Fazer trabalho voluntário


Não dá pra abraçar o mundo. Mas dá pra abraçar o próximo e tentar fazer sua parte.

E você, o que pretende fazer antes de morrer?
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          Duane.


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Como viver o presente

11/08/2017

Créditos da imagem: Ateliê Ame
Você já se perguntou se vive no presente? Esses dias, após assistir um vídeo do Castanhari, fiquei bem reflexiva em relação a isso.
Sempre fui do tipo de pessoa que sonha acordada, geralmente com o passado/futuro ou coisas que muito provavelmente só irão acontecer na minha cabeça mesmo. O lance é que preferir esse mundo interno é uma forma de fugir da realidade, porque ela nem sempre é o que a gente esperava (aliás, a Leslie falou disso num post super legal que eu sugiro que você leia depois de terminar esse).
Viver na nostalgia é uma coisa muito comum pra diversas pessoas, de variadas idades. Quando temos essa atitude, a tendência é ficar remoendo erros e cobrando demais de nós mesmos. 
No fundo a gente sabe que o passado não volta, mas é tentador ficar repassando a mesma situação na cabeça diversas vezes, tentando encontrar a maneira certa de lidar com determinada pessoa/situação (o que não faz sentido, porque já passou, mas na hora não percebemos isso).
E depois que você passa um tempão sofrendo no passado, seu cérebro faz uma coisa muito curiosa: ele floreia as suas lembranças pra parar com a ruminação negativa de fatos antigos. É nesse momento que tudo começa a parecer mais lindo antigamente. Com certeza você já conheceu alguém que pensa assim. Tudo pra ela era melhor antes. Eu mesma já agi dessa forma e posso afirmar que não vale a pena.
Essas duas coisas (repassar na mente situações do passado e florear memórias) fazem com que nós deixemos de utilizar a função mais útil do passado: o aprendizado.
Quando você remói memórias, não há como aprender nada, porque a culpa acaba sendo muito maior do que a reflexão. Algo semelhante ocorre quando idealizamos o que já passou, já que é muito mais fácil pensar naquilo como algo bonito e perfeito do que analisar friamente determinadas situações. Isso acaba freando o nosso crescimento e afetando o futuro. O que me leva ao próximo tópico.
 “O que vou fazer amanhã?”
“Será que vou conseguir aquele emprego?”
“E se o crush não estiver a fim de mim?”
Quem nunca se pegou pensando no que poderia ser (ou não) que atire a primeira pedra. 
É comum ficar divagando em realidades alternativas que ainda nem aconteceram (o que também não faz muito sentido, porque não há como ter certeza do amanhã).
O que o passado e o futuro têm em comum? Isso mesmo, a fuga do presente. Estamos esquecendo de aproveitar o que realmente existe e importa: o agora. A única coisa que podemos fazer é pegar o aprendizado de ontem, aplicar hoje e consequentemente construir um amanhã bacana. Faz sentido, não é mesmo?
É aí que entram aquelas famosas “filosofias de botequim”: seize the day (aproveite o dia), YOLO (you only live once – você só vive uma vez), entre outras tantas que, assim como esse texto, só querem te fazer perceber que vale muito a pena ser mais grato pelo presente. Não sabe como? Toma aí uma listinha muito útil de coisas simples que vão deixar seu dia muito mais feliz:


Experimente viver o agora, pelo menos por hoje. Garanto que vai ser libertador.
O que você acha disso?
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          Duane.
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Precisamos conversar sobre o Sarahah

07/08/2017

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Você já deve estar sabendo qual é a nova modinha do momento. Sim, o Sarahah, aplicativo de mensagens onde as pessoas podem mandar recados anônimos, está bombando. Aí eu te pergunto: qual é o porquê disso?
Pessoalmente, nunca gostei desse negócio de dar opiniões sobre outra pessoa sem ela saber quem eu sou. Não gostava quando era aquela dinâmica de grupo em que um papel com o seu nome passava e a galera ia escrevendo, não gostava quando surgiu o ask.fm, não gostava do Secret... e não pretendo usar o Sarahah.
Alguns psicólogos dizem que a galera continua comprando a ideia de apps e sites assim por causa de 3 fatores: vontade de receber atenção, necessidade de alguém reforçando suas qualidades porque você mesmo não acredita nelas e, por último, curiosidade em saber o que os outros pensam da sua pessoa.
Sei o que você está pensando. Que eu sou esquisita. Sou mesmo. Mas será que é tão estranho preferir ser honesta em relação às suas opiniões do que ficar falando coisas boas (ou ruins) sem se identificar?
Fato é que (quase) todo mundo adora uma fofoca e comentar a vida do outro como se fosse um capítulo da novela é coisa rotineira. Fazer isso de forma anônima diretamente para a pessoa em questão é praticamente um sonho cor-de-rosa da era digital, e abre espaço não somente para opiniões fofas ou críticas construtivas, mas também para o ódio gratuito.
Não, eu não sou contra esse tipo de coisa. Entendo que tem gente tímida e que certas coisas a gente fica até com medo de dizer. Porém a gente tem que aprender a lidar com isso. 
Então, se você tem um perfil no Sarahah, vou te fazer um pedido: conte a verdade pra alguém hoje
Vai lá, diz que admira sua atitude, que adora seu estilo, que ama seu jeito. Se for algo ruim, como algo que ela diz ou faz, procure um jeito tranquilo de dizer. Talvez a pessoa fique chateada? Talvez. Mas é melhor resolver isso. E se for algo que não tem jeito, ou não te diz respeito (dica: o corpo dela, suas crenças e suas escolhas não são coisas sobre as quais você tem algum direito), simplesmente resolva consigo mesmo e siga em frente. Melhor do que ficar falando coisas ruins de maneira anônima e deixando a pessoa pilhada tentando descobrir quem foi.

Quanto a mim, vou continuar agindo da maneira que julgar correta. Na minha opinião, utilizar apps e sites anônimos não vale a pena.

E você, o que acha disso tudo?

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Como você pode ajudar?

21/07/2017

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Tem uma coisa dentro de mim que vive fazendo com que eu me pergunte como posso ajudar. Às vezes ficamos tão presos no nosso próprio mundinho que esquecemos dos problemas dos outros. Só que se eu estivesse passando por um momento ruim, gostaria que me ajudassem. Penso que todo mundo gosta de se sentir acolhido, amado. Por esse motivo decidi listar 3 coisas que qualquer pessoa pode fazer pra ajudar. Quer ver?

1- Trabalho voluntário
Em todas as cidades do Brasil existem projetos sociais lindos. Que tal dar uma mãozinha? É só jogar no Google que com certeza vai aparecer algo que você vai conseguir fazer. O site dos Caçadores de Bons Exemplos está aí pra ajudar (eles têm um mecanismo de busca que mostra vários projetos maravilhosos).

2- Doe
Todo mundo tem algo pra doar. Pode ser tempo, dinheiro ou até coisas que não te servem mais, mas podem fazer uma baita diferença pra outra pessoa.

3- Ouça
Pessoas querem ser ouvidas. Só que a gente está tão acostumada a falar, falar, falar, que esse lance de ouvir acaba sendo deixado de lado. Experimente ouvir alguém hoje. Você pode se surpreender!

E você, como pode ajudar?
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5 saudades da infância

19/07/2017

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Alguém aí tem saudades da infância? Confesso que eu não muito. Tem uma frase do livro Divã, da Martha Medeiros, que diz que quando crianças, não somos levados a sério. Concordo. A vida adulta é cheia de responsabilidades, mas é quando você realmente começa a tomar decisões. É meio desesperador? É meio desesperador. Mas ainda acho melhor. Fora que eu sempre achei as outras crianças meio malucas. Só que o post de hoje é sobre coisas das quais que eu sinto falta, então vasculhei minha memória e encontrei essas 5 coisas:

1- Brincar de barbie


Cara, como eu AMAVA fazer isso! Minha barbie sempre era muuuuito poderosa.

2- Ir à locadora

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Todo fim de semana a gente ia pra locadora e alugava três VHS. Era um momento mágico. Andar pela locadora, pular de alegria por algum lançamento estar disponível ou achar algum filme não tão famoso, mas muito legal. Isso não tinha preço.

3- Ir à livraria e comprar livrinhos de R$1

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Outro momento mágico. Minha mãe fazia faculdade quando eu era criança, então a gente sempre ia em livrarias e ela me dava aqueles livrinhos de contos de fada ou histórias bíblicas. Era incrível.

4- Pula-pulas (também conhecidos como cama elástica)

Créditos da foto
Como não amar?

5- Festas de aniversário

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Nunca fui de ter festona. Era sempre um bolinho e salgadinhos em casa mesmo, eu e minha mãe. Mas tudo tinha muito amor envolvido.

Conclusão? Crianças encontram a felicidade nas pequenas coisas. Espero que a gente sempre se lembre disso <3
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Uma nova programação

17/07/2017

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Quando eu comecei esse blog, não imaginava que ele fosse se tornar uma parte tão importante da minha vida. Ele já gerou amizades, treta, grana e, principalmente, crescimento, evolução pessoal. É incrível ter contato com gente que entra todo dia no Claramente Insana pra conferir o que andei produzindo. Todo o conteúdo que posto por aqui é feito com o maior carinho, com o maior cuidado, sempre pensando em agregar algo na vida de quem lê.
Só que ultimamente não estava sendo assim. Há um ano atrás, quando decidi focar nas postagens, comecei a postar todo dia. Criei um cronograma, defini temas, transformei um caderno velho em planner.... Sinceramente? Foi um aprendizado e tanto. Mas não condiz mais com a minha realidade. Nessas de postar diariamente, fiquei saturada, furei o planejamento e senti que o conteúdo perdeu a qualidade. Não é justo com você, pessoa maravilhosa que me acompanha.
Assim veio a decisão de criar uma nova programação. De agora em diante vamos ter posts segunda, quarta e sexta. Os temas continuam os mesmos: comportamento, dicas e empoderamento feminino. A diferença é que vai dar tempo de me organizar, criar conteúdo bacana e respirar. Afinal de contas, a gente também tem que aproveitar o mundo offline, não é mesmo?
Sei que você vai entender. Você é incrível. Você é, assim como eu, uma pessoa claramente insana.

Ei, o que achou da nova programação? Também sente que às vezes a gente tem que tirar um tempinho pra redefinir nossa rota?
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Beijos,

            Duane.
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O melhor mandamento da vida

11/07/2017


Se hoje, agora, nesse momento, aparecesse algum gênio da lâmpada na minha frente, ele poderia me conceder apenas um desejo. Eu pediria que todas as pessoas do mundo passassem a seguir o melhor mandamento da vida “ama o próximo como a ti mesmo”. Imagina como tudo seria diferente se seguíssemos mais esse conselho.
Pra começar, todos iriam gostar de si mesmos. Auto aceitação é uma coisa que parece estar muito em alta e ao mesmo tempo muito em falta na nossa sociedade. Existe um grande boato rolando por aí, e ele diz que você só vai ser alguém se perder/ganhar alguns quilinhos, tiver um corpo igual ao da celebridade X, vários amigos, o amor da sua vida (ou, no mínimo, vários esquemas) e uma quantia generosa de grana na sua conta bancária. Diz aí: você já ticou todos esses itens da sua lista? Eu não. Isso não é motivo pra não amar a si mesmo.
Outra coisa tensa é que se criou uma tendência a focar nas coisas ruins. É só ligar o noticiário e logo percebe-se o que dá audiência: violência, morte e, pra animar um pouquinho, esportes. O que aconteceu com o amor ao próximo?
Amar o próximo não significa gostar de todo mundo. Significa respeitar todo mundo, mesmo que role uma antipatia. Respeito independe de religião, orientação sexual, gênero ou coisa do tipo. Respeito é sobre aceitar que tem gente que acha How I Met Your Mother mais legal que Friends, por exemplo. E sabe de uma coisa? Tá tudo bem.
Sério, faz um mix e junta respeito com amor-próprio. Agora aplica isso na sua vida. Tenho certeza que as coisas vão mudar (pra melhor).

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